DÚVIDAS FREQUENTES

Passei por problemas que não consigo esquecer. Preciso de terapia?

A psicoterapia irá te auxiliar neste processo, não esquecendo o problema, pois isto não irá acontecer. O importe é ressignificar a importância que isto teve em sua vida e o tamanho que ele ocupa. A terapia irá te trazer outros benefícios e qualidade de vida.

Meu marido gosta de passar tempo com amigos e eu me sinto ansiosa e sozinha

Entendo sua dor e compreendo também que há muitos pensamentos que estão tomando conta de ti. Penso que na verdade, vários pontos contribuíram para a chegada nesta situação, além disso imagino que muitos outros estejam obscuros. Sugiro que busque um acompanhamento psicoterápico para possuir um autoconhecimento, melhora na qualidade de vida e um amadurecimento conjugal para ambos. Caso seja possível, e seu parceiro aceite, seria interessante dar início em uma psicoterapia de casal, para que essas questões sejam pensadas em conjunto. Os benefícios são incontáveis para a relação.

Preciso de ajuda para salvar meu casamento

Imagino o quão pesado deve ser passar por tantos conflitos e instabilidade. Penso que existem muitos pontos no seu discurso que podem ser abordados e repensados em um processo psicoterápico. Sugiro a psicoterapia para você possuir um melhor autoconhecimento e expansão de pensamentos que fazem sentir-se irritado e que gere reclamações, ou até mesmo, obrigando-se a ser dócil o tempo todo. Ninguém é 100% dócil ou irritado.
Caso exista a possibilidade, ela também precisa de ajuda, diante do que expõe, com psicoterapia e se for possível, que seja trabalhado também na psicoterapia de casal, algo que agregaria muito valor na compreensão de ambos os lados. Muitas questões precisam sem aprofundadas para compreender a relação no todo. Parabéns pela iniciativa e em reconhecer que este é o momento de pedir ajuda profissional.

Quero fazer terapia de casal com um profissional experiente

Compreendo sua questão e solicitação de um profissional experiente. Porém independente se o profissional for casado, a orientação que solicita não parte da vida pessoal do profissional. Devemos pensar nos conflitos vivenciados que o casal está passando e as queixas advindas de ambos.
Para que tudo flua na mais perfeita ordem do casal, com uma relação madura, saudável, adulta, com amor e sexo, deve-se partir de leis sistêmicas que regem a relação, para que ambos caminhem para a vida e compreendam o que os atormenta.

Meu sobrinho é teimoso e não quer mais ir à escola. O que fazer?

Compreendo a dor de vivenciar esta experiência e imagino o quanto deve estar sendo sofrido para seu sobrinho também. Para que um processo psicológico tenha efeito, deve haver aderência dos familiares no tratamento para a compreensão da queixa, principalmente dos responsáveis. Algo muito importante deve estar acontecendo e seu sobrinho consegue expressar nesta forma de comportamento, vale ressaltar que os limites são essenciais e as crianças sentem-se mais seguras com as regras, é algo que acalma. Tal questão deve ser aprofundada para compreender melhor o que se passa. Sugiro que tente conversar com os responsáveis para levá-lo ao psicólogo, caso a mãe não aceite, peça permissão para ajudar e acompanhá-lo.

Como saber se ainda amo meu namorado?

Penso que esteja passando por alguns conflitos internos que desestrutura seu relacionamento amoroso. Para que uma relação entre pares seja saudável é necessário que tudo esteja em ordem dentro de um sistema adulto, a sexualidade, o amor e os vínculos com a família de origem para a constituição de uma nova família, pois é essa a função de seu namoro, certo? Sugiro a busca de um psicólogo para que, através da psicoterapia, fortaleça seu autoconhecimento e suas relações pessoais, seja namorando ou não.

Sofro com luto e perdi a vontade de viver. O que devo fazer?

Imagino o quão difícil deve ser estar passando por tudo isso e entendo a sua falta de vontade de olhar para a vida. Muitas vezes somos pegos por situações que nos colocam em xeque, mas sua pergunta é o que fazer, vamos lá! A coisa mais importante você já fez, buscar auxílio profissional para compreender este momento tão complicado no qual está vivenciando. Entendo a dificuldade de se colocar em uma posição que necessite de ajuda, por isso, parabéns! Entendo também que são vários fatores que tem desestruturado seu viver, para isso procure por um acompanhamento psicoterápico, para te oferecer este suporte e um maior aprofundamento no caso.
Sou especialista em saúde mental e desenvolvo estudos na área de luto e enlutamento. Neste momento você não quer esquecer e nem vai conseguir, o importante é compreender a proporção que isto tem lhe ocupado na sua mente. Continue olhando para a vida!

Sou homossexual e sofro muito por isso. Como faço para ser feliz?

Imagino e compreendo seu sofrimento, pois reprimir sua felicidade tem lhe custado muito caro em sua saúde com ansiedade e outros transtornos que você cita. Reprimir alguns desejos, é como guarda-los em uma panela de pressão, caso não expresse sua alegria ela te cobra de outra forma. É necessário um autoconhecimento e aprofundamento na questão para que compreenda melhor as barreiras que giram em torno deste tema. Procure um psicólogo para dar início em um processo psicoterápico, tenho certeza que isso lhe fará mais feliz.

Quais os pontos positivos da ludoterapia para o desenvolvimento infantil?

A ludoterapia é uma técnica e recurso para entrar em contato com a linguagem da criança. Nós adultos (saudáveis) sabemos nos expressar por meio da linguagem corporal e do discurso. Para tanto a criança precisa ser compreendida através de seu universo e é a partir da queixa dos pais e responsáveis que o psicólogo pode entrar neste infinito particular. Quanto ao auxílio no desenvolvimento, o processo articula melhoras em vários âmbitos, mas é necessário um aprofundamento maior para compreender o problema em questão, é imprescindível a participação dos pais e responsáveis neste processo para que seja efetivo.

Sinto que meu marido não gosta de sexo. O que fazer?

Imagino o que esteja carregando nestes anos, sendo que seu relato inconfortável começa desde antes do casamento. Eu penso que este é um assunto a dois, porém seu marido entende que esta é a forma de relacionar-se. Eu sugiro a busca de um trabalho psicoterapêutico para você, para se conhecer melhor e também entender o seu gostar tanto. Penso que você o enxerga pelos seus olhos de normalidade e que sendo assim, ele gosta pouco.
Caso haja a aceitação do casal em participar de um trabalho terapêutico, descartaria as possibilidades biológicas dele e entenderia o funcionamento sexual deste casal, como o sexo preenche algumas lacunas de ambos, entre outras questões que precisariam ser aprofundadas.

Meu filho de 14 anos anda roubando dinheiro em casa. O que fazer?

Entendo sua angústia, porém cada criança ou adolescente é singular e não existem estratégias universais eficazes para todas. O que funciona em um caso pode não ser eficaz em outro. Mesmo assim, há uma série de princípios que podem ser utilizados e com a suficiente habilidade podem ajudar a estabelecer, modificar ou eliminar alguns comportamentos. Os limites são fundamentais, a clareza na comunicação e atenção dada a seu filho também é primordial. É difícil compreender o sistema familiar com poucas informações, porém muitos adolescentes acabam tendo alguns atos indevidos apenas para estar mais próximos da atenção de seus familiares, como tem feito ultimamente.

Falta de diálogo no casamento

Imagino o peso que deve estar carregando durante esses 18 anos de casamento e parabéns pela iniciativa em buscar ajuda profissional. É muito difícil perceber o quanto somos diferentes uns dos outros e mesmo assim gostar do jeito que a pessoa é. Penso que esteja em um momento de angústia, no qual sofrer calada não lhe faz bem, porém sua dúvida é conflitante: ao mesmo tempo que conversam sobre separação deseja que fiquem juntos por ser uma família linda. Sugiro que você busque um acompanhamento psicoterápico para se autoconhecer, pois pelo que percebo é você que está incomodada com a situação e quando tomamos a iniciativa, passamos a perceber outras coisas que sozinhos não tínhamos visto.

Minha namorada alegou depressão e terminou comigo. O que fazer?

Imagino o conflito que esteja enfrentando, é muito difícil querer estar perto de alguém e não poder. Caso seja diagnosticado realmente a depressão, é necessário acompanhamento psicoterápico e médico, pois é um quadro que pode se agravar muito. Neste momento pode ser que realmente ela não suporte estar próxima de alguém e respeitar esta condição, sem humilhar a situação, é algo que ela deseja, assim como criticou o último relacionamento. Porém, não há dados para saber como anda este acompanhamento, a família sabe? Está passando por algum psicólogo? Existe um laudo sobre esta depressão? Há quanto tempo ocorre? Entende? Sugiro que ela procure ajuda, caso ainda não tenha feito e se for um caso mais grave, que procurem ajuda por ela. Quanto a você, pode ser que toda essa vivência seja árdua demais, já que a ama de verdade, então a terapia pode lhe auxiliar nesta confusão e autoconhecimento.

Meu marido não me procura mais. O que pode ser?

Deve estar sendo doloroso vivenciar esta experiência. Entendo que muitas coisas estejam fora de ordem e colocá-las no lugar faz com que a vida flua. Penso também que por não procurá-la, cause um misto de sensações negativas e impotência. Sugiro que busque um processo de psicoterapia para colocar para fora suas dores e mágoas, caso seja possível, a terapia de casal seria aconselhável, porém ele precisa estar disposto a mudar e isto é algo que não reflete nesta sua fala.

Meu filho é agressivo na escola. Isso pode ser pelo período que estive ausente?

Parabéns pela iniciativa em buscar ajuda profissional, imagino o quanto deve ter lutado até chegar a se abrir aqui. Penso que todos nós vivemos em um sistema e quando a ordem das coisas se altera, todos os envolvidos são afetados. Quando os papéis sociais como pai é pai, mãe é mãe e filho é filho, tudo está em ordem e se ajeita. Enxergo que seu filho esteve com um irmão no papel de mãe e entendo que por isso diga que não há referência familiar.
Toda criança necessita de limites e isto é um conforto para elas, saber como agir, muitas vezes necessita desta orientação. Todas as informações que passa não são suficientes para uma avaliação, sugiro que procure um psicólogo para que possa aprofundar estas questões contigo.

Meu namorado não me dá satisfação. O que faço?

Penso que você impor a sua necessidade de uma satisfação é uma forma de controle que deseja obter sobre o outro. Pensamos que o controle real não existe, pois não é possível controlar nem os nossos pensamentos, imagine o controle do outro que vai além de nossa pele? É interessante manter este diálogo com ele para que seja um relacionamento saudável, mas porque ele obrigatoriamente deveria te avisar que estava arrumando o carro? Pense na hipótese dele estar sendo sincero e ocupado no momento, pois assim que ele pode estava com você a noite. Me pergunto o porque deveria ficar magoada, entendendo que ele foi até você e sua fala diz que ele não quer te ver. Para poder aprofundar a conversa, sugiro que procure um processo de psicoterapia, assim é possível compreender a relação e produzir um autoconhecimento valioso.

Fui mal interpretada e minha chefe mudou seu trato comigo. O que fazer?

Penso que este assunto pesa muito sobre você, compreendo que a relação de harmonia em um ambiente de trabalho deve estar estável para que você possa se sentir segura. Você sendo alvo de crítica e recebendo constantes folgas desestabiliza-se e sugere que você esteja insegura querendo manter seu emprego. Compreendo a expressão utilizada e mesmo você dizendo que não leva o assunto para o pessoal, coloca-se numa posição recuada e com medo de tomar alguma atitude errada perante seu cargo e diante do que sua chefe apresentou. Todos passamos por momentos de instabilidade, mas pense na possibilidade de sua chefe também estar preocupada com o movimento, ao soltar essa frase, ela possui um grande impacto que pode ser entendido como negativo e disparar situações de medo, preocupação e instabilidade no outro também. Quanto ao que fazer, não há uma receita pronta (infelizmente), me diga o que você pode fazer sendo que já explicou a real intenção de sua fala?

Tenho dúvidas sobre encoprese para uma criança. Como agir?

Quando a criança aprende que é possível conquistar a atenção dos adultos de alguma forma, geralmente esta forma se repetirá. Porém, observo em sua fala a preocupação com o caso e outras questões que sugerem uma grande dificuldade da família em lidar com a questão da encoprese, sendo necessário uma orientação familiar. Por outro lado, a sua sobrinha manifesta que precisa falar sobre algo que ela sozinha não consegue reter ou compreender, fazendo necessário mais dados para esta investigação e aprofundamento. Considero também que é em média a partir dos dois anos de idade que a criança aprende a controlar os esfíncteres e sugiro o acompanhamento com um psicólogo, trabalhando através da ludoterapia tais questões.

Hipnose pode ajudar a melhorar a gagueira?

Pela sua fala imagino que já esteja decido sobre a forma de tratamento ser através da hipnose. Como psicólogo consigo associar a gagueira a fatores mais profundos, mesmo não tendo comentado sua idade, penso que esteja relacionado a fatores anteriores que desencadeiam até hoje este travamento da fala. Particularmente verificaria as hipóteses medicas, fonológicas e trabalharia de forma multiprofissional para obter o resultado esperado. Muitos são os fatores que podem culminar nesta repetição e travamento da dicção, vale a pena a busca por uma maior investigação psicológica e o profissional poderá te orientar como fazer. Fale com psicólogo.

Preciso internar um jovem que se recusa a fazer o tratamento?

A internação de paciente, no caso psiquiátrico como sugere em sua fala, é um recurso que evita-se utilizá-lo. A internação compromete os vínculos familiares e o convívio social, fato comprovado que não resulta em uma melhora efetiva, apenas controlando a situação momentaneamente, sendo muitas vezes um alívio para a família. O senhor não comentou o motivo que busca a internação, apenas que o jovem se recusa ao tratamento. Quais as formas de tratamento foram tentadas? Qual a causa desta internação? Para que o tratamento seja efetivo é necessário o comprometimento do paciente na busca por uma melhora. Tenho certeza que existem diversas formas de apoio e tratamento que se enquadrariam na realidade e perfil do jovem, buscando por um vínculo que ele tenha prazer em participar. Mas de qualquer forma, as informações são poucas para abordar o assunto, sugiro um maior aprofundamento e conversa com psicólogo, que saberá orientá-lo.

Como lidar com uma filha que é lésbica?

Quando você diz que não sabe lidar com uma filha lésbica, penso em vários questionamentos que ficaram vagos. Entendo principalmente que este fato é delicado, tocante e na maioria das vezes muito assustador. Há um estigma social produzido que estar diante de uma orientação sexual não-convencional poderá acarretar em sofrimento. Porém, vale lembrar que ela tendo assumido perante a ti é uma decisão que a faz feliz. Penso também que, caso ela tenha aberto isso a você, é porque confia no seu papel de mãe, mesmo que você não aceite. Taís pensamentos são aleatórios, pois não há dados como idade, a relação e vínculo entre vocês, se ela assumiu para você, fatores que te assustam e que faz você não saber lidar com a situação, entende? Outro pensamento que me ocorre é que a dificuldade de lidar parte de você, por isso é necessária uma investigação mais profunda para que possa elaborar todos esses pensamentos conflitivos que está tendo.

O que fazer em crises de ansiedade?

Costumo dizer que ansiedade é excesso de futuro e não estar no hoje causa a tal crise. Quando pensamos em crises de ansiedade, junto dela existem respostas biológicas como falta de ar, sudorese excessiva (transpiração), alteração na frequência cardíaca, entre outras queixas comuns desse quadro nos pacientes. O ideal é acalmá-lo e centrá-lo no agora, para que desacelere e utilize o raciocínio lógico demonstrando que ainda é algo que está por vir, mas que somente saberá resolver quando for chegado o momento. É necessário avaliar mais profundamente o que causa tal sentimento de ansiedade e não sendo acompanhado por profissional, a crise pode ser deslocada para outro segmento, comer excessivamente, praticar esportes em excesso, compras exacerbadas, tudo no sentido de suprir a necessidade momentânea, buscando pela resolução deste quadro angustiante. Através da psicologia busca-se abordar as questões em psicoterapia para que seja possível tratar a causa e não o sintoma. Lembrando também que tudo em excesso faz mal, não é possível viver somente nas extremidades.

Filho de 3 anos na escola

Além de psicólogo especializado em Saúde Mental, sou pedagogo e trabalho também com educação infantil, tendo meus alunos nesta mesma faixa etária. Para maiores informações e uma investigação detalhada seria muito interessante saber se ele já frequentava alguma escola anteriormente. As crianças utilizam deste artifício para convencer os pais, e como disse, no seu caso acaba conseguindo. Muitos deles não comem na escola e se eles aprendem com esse jogo fazer a manipulação para conquistar o que querem ou ficar com os pais, acabam repetindo essas ações como choro, birra, gritos, etc.
Compreendo a dificuldade gerada a partir desta separação, porém em geral os alunos ficam muito bem assim que os pais viram as costas. Eduque com os limites corretos, sem conceder ou quebrar regras, siga à risca que o não é NÃO e por mais que seja sofrido no início, o maior sofrimento é para os pais.


Localização

Av. Anhanguera, 414 - Ribeirão Preto/SP

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MÁRCIO JOSÉ FERREIRA

PSICÓLOGO CRP 06/129515
Pedagogo / Pós-Graduado em Saúde Mental

Fone: [16] 3102.1214 / 4141.3041

Av. Anhanguera, 414 – Alto da Boa Vista | Ribeirão Preto/SP
contato@psicologoemribeirao.com.br

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